MAMAMOO e Red Velvet começam a voltar aos trilhos

Se shade matasse, MAMAMOO e Red Velvet já estariam enterrados só com os posts desse blog, mas a verdade é que eu sempre vi potencial nos dois grupos, único problema são as bostas que as agências têm dado pras coitadas cantarem nesses últimos anos. Será que os novos comebacks fizeram alguma coisa para mudar isso? Se você leu o título desse post, já sabe a resposta, mas pode ler o resto dele se quiser.

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Lee Hyori desce do Monte Olimpo e salva 2017 da seca de hinos

WARNING: O post a seguir foi escrito em biased mode. O Earworm Den não se responsabiliza por qualquer dano causado a pessoas sensíveis a fanboyismo em excesso.

Nos últimos dois anos o K-Pop tem vivido uma Idade Das Trevas. O número de músicas boas decresceu consideravelmente, a maioria dos grupos icônicos estão mortos (ou em estado vegetativo, como o After School), grupos novos não se arriscam a trazer novidade… o desespero é tanto que chegamos num ponto onde existem capopeiros proclamando Tiffany do SNSD como a nova rainha solista do k-pop sem um pingo de ironia (se isso não é sinal da decadência do gênero, eu não sei o que é). Mais do que nunca o capope precisa de SALVAÇÃO. Para nossa felicidade, o momento chegou: A Profetisa está de volta, irmãos!

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O último verão de SISTAR ensina a dar adeus direito

SISTAR já foi um dos meus grupos favoritos. Em seus dias de glória, ele trouxe algumas das melhores faixas do k-pop. E era muito raro de se ver no capope um grupo com integrantes tão carismáticas debochando uma das outras nas entrevistas.

Mas não vou mentir, eu já não me importava mais com Xisuta como antes. As b-sides dos álbuns eram sempre fracas, então quando a title track era meia-boca, o comeback não tinha aproveitamento nenhum e infelizmente isso aconteceu muito depois de seu magnífico 2012. E ao perceber que o disband era iminente, eu desapeguei de vez.

Ao menos posso dizer com felicidade que o goodbye single acertou no que fez. E prova disso é que ele me lembrou por que eu amo o SISTAR.

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iKON volta e Chanwoo se consagra como bias de uma geração

Em 2015 houve muita expectativa para o debut de iKON, com YG hypando o grupo como se fosse a segunda vinda de Cristo. Então eles vieram com um dos piores debuts da história seguido por um monte de músicas que eu nem me lembro direito. Mas tudo bem, as adolescentes coreanas gostaram e tudo foi hit. Aí eles ficam sem lançar nada por dois anos…

Depois de muito tempo, iKON finalmente tem um novo comeback, que como já virou típico da agência, conta com duas músicas (que estão flopando horrivelmente no MelOn), então vamos falar delas. Começando com a minha opinião sobre Bling Bling.

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LOOΠΔ chega à metade de seu projeto ultra-ambicioso!

Às vezes no capope eu sinto que falta um pouco de novidade. Poucos grupos se preocupam em ter um diferencial hoje em dia, então quando apareceu o projeto de debut do LOONA no final do ano passado, eu fiquei bastante curioso.

Esse mês, LOONA (eu não vou ficar usando aquela estilização com pi e delta, sorry) revelou sua sexta ou sétima integrante e eu achei que seria uma boa hora para recapitular todos os lançamentos até aqui e aqui estão minhas opiniões inúteis sobre eles.

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BROduce 101 – Episódios 5 & 6: “O Filler” & “A Missão Inútil”

Finalmente! Acabei atrasando as reviews de Broduce 101 por diversos motivos, entre eles a dificuldade de encontrar legendas decentes, mas cá estamos. Hoje comento dois episódios: no episódio 5, Mnet se livra de uns 40 aleatórios para que restem apenas 60 pirocas; no episódio 6 é a Position Evaluation cobrindo as três áreas (vocal, dança e rap).

Será que seu flopado favorito sobreviveu à peneira? Será que os trainees populares estão estáveis? Moonbok irá aparecer? Cheetah vai fazer algo de útil nesse programa? Hora de descobrirmos. It’s show time…

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