FAVOURITES OF 2020

Em um ano que o mundo presenciou a maior pandemia do século e o WordPress substituiu um editor de texto prático por um troço que é praticamente um teste psicotécnico, a música serviu como um oásis de sossego nesse período caótico que foi 2020. Pois bem, 2020 chegou ao fim e todo mundo quer seguir em frente, mas antes vamos celebrar as canções que nos ajudaram a atravessá-lo. Senhoras e senhores, aqui estão as melhores de 2020!

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TWICE e atos menos relevantes tentam preencher o vazio de setembro

O começo de setembro foi um deserto no capope, com apenas CLC e uns três grupos nugus lançando alguma coisa. A segunda metade melhorou um pouco as coisas, já que um monte de gente quis pegar carona no comeback de Twice. Eu não pude comentar o comeback do Twice a tempo (não que eu tivesse muito pra falar sobre ele pra começo de conversa), mas agora posso fazer esse pacotão comentando várias nugus… e o TWICE.

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DREAMCATCHER encerra sua saga Nightmare com um comeback perfeito

A dificuldade de se ter uma conceito bem específico é que depois de um tempo ele pode te limitar tanto que os seus comebacks correm o risco de cair no lugar comum. Ano passado isso deu sinal de se tornar um problema para Dreamcatcher, com You and I sendo exatamente o que esperávamos delas, musicalmente e visualmente. What tentou resolver isso, mas a música foi tão meia-boca que não adiantou de muita coisa. Pois parece que agora o grupo encontrou o equilíbrio perfeito com PIRI.

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Balanço do 3º bimestre 2018: A briga pela música do verão

Ei, pessoal! Sentiram falta? É, eu também não sentiria, mas cá estamos de novo! Já estamos no quarto bimestre e isso aqui tá atrasado pra caramba, mas vocês já sabem que os meses de maio e junho é quando os grupos de capope trazem seu A-game a fim de conseguir um hit do verão, o que significa mais comebacks, geralmente resultando na temporada com maior número de músicas boas do ano. Será que isso o que aconteceu? Vamos conferir…

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Dreamcatcher tem sua primeira queda em qualidade

Após passar por uma reformulação e mudar de nome, Dreamcatcher lançou um dos melhores comebacks do começo do ano (que as pessoas insistem em chamar de debut, por algum motivo) e ganhou muita atenção por isso. Mas aí elas voltaram com Good Night e parecia que o conceito diferente não seria o suficiente pra alavancar sua popularidade.

Eu recomendei que o grupo tentasse misturar a sua pegada nu metal a uma abordagem mais pop pra agradar o cidadão coreano médio e parece que a Happyface me ouviu porque desde os teasers tava bem óbvio que essa Fly High ia ser bem isso. Agora está na hora de conferirmos o resultado…

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Oh My Girl e Dreamcatcher continuam sendo dois casos curiosos no capope

Fiquei doente e tive de dar uma pausa no blog por uma semana, mas parece que passei um milênio em Nárnia. Dentre as setecentas coisas que aconteceram, tivemos o comeback de dois grupos que estão em momentos bem peculiares de suas carreiras.

Oh My Girl tem crescido em popularidade comeback após comeback, culminando em A-ing, seu maior sucesso na Coreia até agora (mesmo sendo uma merda). Já Dreamcatcher redebutou no começo do ano, conseguindo chamar muita atenção internacionalmente e gerar um pouco de interesse na Coreia também, por já apresentar um baita diferencial.

Ambos tentam agora aproveitar a atenção que conseguiram para dar mais um passo à frente, mas como será que eles se saíram? Venham ver!

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