DREAMCATCHER encerra sua saga Nightmare com um comeback perfeito

A dificuldade de se ter uma conceito bem específico é que depois de um tempo ele pode te limitar tanto que os seus comebacks correm o risco de cair no lugar comum. Ano passado isso deu sinal de se tornar um problema para Dreamcatcher, com You and I sendo exatamente o que esperávamos delas, musicalmente e visualmente. What tentou resolver isso, mas a música foi tão meia-boca que não adiantou de muita coisa. Pois parece que agora o grupo encontrou o equilíbrio perfeito com PIRI.

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Balanço 5º Bimestre: O capope sendo salvo… será?

Esta segunda metade do mês de novembro está cheio de comebacks promissores para quem sabe redimir o ano meia-boca que tivemos, mas antes disso tivemos uns lançamentos bem interessantes no bimestre anterior e está na hora de analisá-los.

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Balanço do 3º bimestre 2018: A briga pela música do verão

Ei, pessoal! Sentiram falta? É, eu também não sentiria, mas cá estamos de novo! Já estamos no quarto bimestre e isso aqui tá atrasado pra caramba, mas vocês já sabem que os meses de maio e junho é quando os grupos de capope trazem seu A-game a fim de conseguir um hit do verão, o que significa mais comebacks, geralmente resultando na temporada com maior número de músicas boas do ano. Será que isso o que aconteceu? Vamos conferir…

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Dreamcatcher tem sua primeira queda em qualidade

Após passar por uma reformulação e mudar de nome, Dreamcatcher lançou um dos melhores comebacks do começo do ano (que as pessoas insistem em chamar de debut, por algum motivo) e ganhou muita atenção por isso. Mas aí elas voltaram com Good Night e parecia que o conceito diferente não seria o suficiente pra alavancar sua popularidade.

Eu recomendei que o grupo tentasse misturar a sua pegada nu metal a uma abordagem mais pop pra agradar o cidadão coreano médio e parece que a Happyface me ouviu porque desde os teasers tava bem óbvio que essa Fly High ia ser bem isso. Agora está na hora de conferirmos o resultado…

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Oh My Girl e Dreamcatcher continuam sendo dois casos curiosos no capope

Fiquei doente e tive de dar uma pausa no blog por uma semana, mas parece que passei um milênio em Nárnia. Dentre as setecentas coisas que aconteceram, tivemos o comeback de dois grupos que estão em momentos bem peculiares de suas carreiras.

Oh My Girl tem crescido em popularidade comeback após comeback, culminando em A-ing, seu maior sucesso na Coreia até agora (mesmo sendo uma merda). Já Dreamcatcher redebutou no começo do ano, conseguindo chamar muita atenção internacionalmente e gerar um pouco de interesse na Coreia também, por já apresentar um baita diferencial.

Ambos tentam agora aproveitar a atenção que conseguiram para dar mais um passo à frente, mas como será que eles se saíram? Venham ver!

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DREAMCATCHER consegue chamar atenção do público graças a um debut bem executado

Eu sei que vocês devem estar se perguntando que bosta eu tenho na cabeça pra fazer post de uma música quase um mês depois do seu lançamento. Mas é que após expressar minha frustração com grupos novatos que mataram qualquer hype existente através de seus comebacks preguiçosos, eu me senti na obrigação de parar de ser um velho resmungão por um minuto e falar de um grupo que está conseguindo o contrário ao construir hype em cima de um lançamento bem realizado. Leiam e entendam.

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